quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Dieta dos Pontos

Criada pelo endocrinologista da USP, Alfredo Halpern, a Dieta dos Pontos não restringe absolutamente nenhum alimento, incluindo doces e chocolates. Em vez disso, a dieta dos pontos atribui uma certa quantidade de pontos para todos os alimentos e cada pessoa, depois de uma avaliação, tem um certo limite de pontos diários que deve cumprir. Então se uma pessoa come uma barra de chocolate, no decorrer do dia ela terá que optar por alimentos com pontos menores, como frutas por exemplo.
As vantagens da Dieta dos Pontos são a comodidade, pois é mais fácil memorizar pontos do que valor calórico dos alimentos, e também que a pessoa não está proibida de comer nenhum alimento, desde que ela compense no decorrer do dia optando por alimentos menos calóricos.

Como funciona

A Dieta dos Pontos é bem simples de ser seguida. Na prática, trata-se de uma dieta que limita o número de calorias consumidas durante um dia. Cada ponto é igual a 3,6 calorias. Então, em vez de você contar as calorias dos alimentos, contam-se os pontos.
Por exemplo, o limite de pontos diário mais recomendado é o de 320 pontos para uma dieta de emagrecimento para mulheres. Esses 320 pontos equivalem a 1152 calorias: 320 x 3,6 = 1152. Pergunta-se então por que não contar direto as calorias em vez de transformá-las em pontos? Claro, quem quiser pode contar as calorias consumidas e fazer com que o limite diário não ultrapasse 1152 ou, para arredondar, 1200 calorias diárias. Mas de acordo com o Dr. Halpern, os pontos facilitam o processo todo. Enfim, tanto faz contar pontos ou calorias, o resultado é o mesmo.

Limites Diários de Pontos

Os limites diários geralmente utilizados para quem segue a Dieta dos Pontos são esses:
  • mulheres: 320/330 pontos ou 1152/1188 calorias
  • homens: 400 pontos ou 1440 calorias

Conclusão

Como vimos, a Dieta dos Pontos nada mais é do que uma dieta em que é permitido comer qualquer coisa desde que a soma das calorias consumidas não ultrapasse um determinado valor diário. Caso o limite seja ultrapassado em um dia, deve-se compensar diminuindo as calorias nos dias seguintes, para que a média fique dentro do limite.

Dieta tradicional chinesa ajuda a prevenir doenças do coração

Chineses ocidentalizados estão se afastando da tradicional dieta rica em vegetais e chá verde, adotando a típica "dieta americana", que contém grandes quantidades de gorduras animais. Esse deslocamento pode aumentar o risco de doenças do coração e derrame.
O estudo foi apresentado hoje nas Sessões Científicas daAmerican Heart Association.
Habitantes de Pan Yu, uma cidade da província de Guangdong no sul da China, privilegiam a tradicional dieta chinesa baseada em vegetais, arroz e chá verde. Não é por coincidência que esta área possui uma das menores taxas de doenças cardíacas do mundo. Em um novo estudo, chineses "ocidentalizados" de Hong Kong, Sydney (Austrália) e São Francisco (Califórnia, EUA) apresentaram artérias carótidas (localizadas no pescoço) com paredes internas mais finas do que a de participantes de Pan Yu. Isso é um sinal de que o primeiro grupo de participantes está desenvolvendo aterosclerose, ou seja, estreitamento das artérias devido a depósitos de placas de gordura, aumentando o risco de ataque cardíaco e derrame.
A pesquisa aponta que talvez as pessoas precisem consumir mais frutas e vegetais, dar mais importância a proteínas vegetais ingerir menor quantidade de laticínios e carne bovina. Devem, também, considerar a adoção do modo chinês de cozinhar, que envolve o uso de vapor ao invés de frituras com óleo.
Tais recomendações são semelhantes àquelas das organizações de saúde, incluindo a American Heart Association. A dieta chinesa também inclui tofú e chá verde, cujos componentes que auxiliam na proteção do coração ainda são pouco conhecidos.